às vezes mudar é bom, às vezes mudar é tudo.
“o desespero é ensurdecedor pra quem se sente, implora-se para que a paz mais enfeitada seja dita pelos anjos através das bocas dos mais próximos, unem-se as mãos para que ninguém se perca daqui pra lá na tempestade. existe esse meu amor, valente e orgulhoso, que procura sempre engolir à seco as coisas mais desestimulantes. é o único entre nós que não se deixa abater pelo desespero, é o único entre nós que não se permite parecer ensurdecedor. mas em uma certa oração, eu senti e entendi que nada é feito ao acaso, nada acontece por acontecer pelo simples fato da coincidência; sussurraram em meu ouvido, como um aviso de terra à vista, que logo logo, quando toda chuva passar a terra firme será encontrada e celebrada como canto à tribo. pois bem, unem-se as mãos novamente entre nós, e vamos, em meio a tempestade, dançar na chuva; pois daqui, eu já sinto a terra firme.”       Maria Eduarda Siqueira

“o desespero é ensurdecedor pra quem se sente, implora-se para que a paz mais enfeitada seja dita pelos anjos através das bocas dos mais próximos, unem-se as mãos para que ninguém se perca daqui pra lá na tempestade. existe esse meu amor, valente e orgulhoso, que procura sempre engolir à seco as coisas mais desestimulantes. é o único entre nós que não se deixa abater pelo desespero, é o único entre nós que não se permite parecer ensurdecedor. mas em uma certa oração, eu senti e entendi que nada é feito ao acaso, nada acontece por acontecer pelo simples fato da coincidência; sussurraram em meu ouvido, como um aviso de terra à vista, que logo logo, quando toda chuva passar a terra firme será encontrada e celebrada como canto à tribo. pois bem, unem-se as mãos novamente entre nós, e vamos, em meio a tempestade, dançar na chuva; pois daqui, eu já sinto a terra firme.”       Maria Eduarda Siqueira

“até onde eu preciso parar para ser sensata, ter controle, tudo em função de nada. não posso explodir, não posso contestar, não posso ter tantas opções, sempre tenho que abrir mão, sempre tenho que me adequar, e até quando? até onde? sim, eu acredito que sempre sou capaz de aguentar e me esforçar um pouco mais, mas até quando? até onde? talvez, no fim das contas, eu não seja lá tão prestativa; talvez eu só tenha medo de explodir, porque, mais uma vez no fim das contas, ninguém aguentará como eu aguento. mas, que seja… eu fecho os olhos, respiro mais uma vez, encontro minha sensatez fajuta e não me movo mais até que tudo se acalme eu consiga remendar as coisas nos intervalos do caos.”    Maria Eduarda Siqueira.

“até onde eu preciso parar para ser sensata, ter controle, tudo em função de nada. não posso explodir, não posso contestar, não posso ter tantas opções, sempre tenho que abrir mão, sempre tenho que me adequar, e até quando? até onde? sim, eu acredito que sempre sou capaz de aguentar e me esforçar um pouco mais, mas até quando? até onde? talvez, no fim das contas, eu não seja lá tão prestativa; talvez eu só tenha medo de explodir, porque, mais uma vez no fim das contas, ninguém aguentará como eu aguento. mas, que seja… eu fecho os olhos, respiro mais uma vez, encontro minha sensatez fajuta e não me movo mais até que tudo se acalme eu consiga remendar as coisas nos intervalos do caos.”    Maria Eduarda Siqueira.

” o quão fraco alguém consegue ser, o quão ruim consegue ser, o quão cego consegue ser. eu nunca vi em mim essa estupidez que vejo em quem está tão próximo. é como levantar e assim que conseguir, levar outra rasteira. ninguém sabe como é, se destruir pela integridade de alguém, e esse tal nem se preocupar consigo mesmo. que tamanha estupidez é essa que insiste em ser maior que as coisas óbvias diante dos olhos. eu me canso cada vez que respiro, eu me canso só de pensar, só de ouvir sair da boca que só faz isso por mim, o melhor pra ti por minha causa, que estupidez barata. sabe a vontade de deixar?! de deixar, largar e ir embora, sem olhar pra trás… é terrivel a consciencia ser individual num corredor de dois. Eu vou vender tua idiotice pelo mundo, pra ver você ser mais capaz. Por essa estupidez, eu criei estrutura pra aguentar algo que fisicamente era impossivel, e acho que continua a ser; eu me corrompo todos os dias; eu me camuflo e me inibo por nada, por uma fraqueza, por ninguém. Eu não me lembro o dia em que me esqueci, era melhor quando eu sabia o quão forte eu era, e que só tinha que me preocupar comigo; e agora eu abro mão de tudo, de tudo por nada, por nenhum retorno, pro algo falso, por uma montagem. Eu talvez, nunca tenha conhecido uma verdade, nunca tenha entendido fora de uma bolha; e isso hoje me acaba e não me permite. eu quero um minuto de verdades, um minuto sem você, sem sua fraqueza, sem sua incapacidade de ser alguém de verdade, alguém que não precise se mascarar pra mim, que não precise de algo pra gostar de estar comigo… Talvez eu não mereça, nem tenha direito de ter pureza, de ter alguém com dedos limpos, alma nua, boca fresca e alegria sincera só em estar comigo. Eu peço a Deus que me dê essa chance, de ver alguém assim, de ver quem me queira, mesmo que em sonho, mesmo que por um segundo ou dois… me tire da mentira por um pequeno momento, e me deixe sentir o que é ser a preocupação, o que é ser por mim e por mais ninguém. Eu vejo minhas mãos amarradas e meus olhos já não estão mais vendados, quem sabe eu um dia tome a vergonha que me falta e me permita soltar minha mãos que se amarram só, que se permitem não ter ação. Eu imploro, que um dia eu pare; pare de me importar, pare de me permitir ser atingida, pare de me esforçar e ser rebatida. Talvez, isso seja só um grande espelho, talvez, a grande estupidez e fraqueza aqui seja só minha, talvez por isso Deus não me dê um retorno interpretável por minhas concepções.”     Maria Eduarda Siqueira.

” o quão fraco alguém consegue ser, o quão ruim consegue ser, o quão cego consegue ser. eu nunca vi em mim essa estupidez que vejo em quem está tão próximo. é como levantar e assim que conseguir, levar outra rasteira. ninguém sabe como é, se destruir pela integridade de alguém, e esse tal nem se preocupar consigo mesmo. que tamanha estupidez é essa que insiste em ser maior que as coisas óbvias diante dos olhos. eu me canso cada vez que respiro, eu me canso só de pensar, só de ouvir sair da boca que só faz isso por mim, o melhor pra ti por minha causa, que estupidez barata. sabe a vontade de deixar?! de deixar, largar e ir embora, sem olhar pra trás… é terrivel a consciencia ser individual num corredor de dois. Eu vou vender tua idiotice pelo mundo, pra ver você ser mais capaz. Por essa estupidez, eu criei estrutura pra aguentar algo que fisicamente era impossivel, e acho que continua a ser; eu me corrompo todos os dias; eu me camuflo e me inibo por nada, por uma fraqueza, por ninguém. Eu não me lembro o dia em que me esqueci, era melhor quando eu sabia o quão forte eu era, e que só tinha que me preocupar comigo; e agora eu abro mão de tudo, de tudo por nada, por nenhum retorno, pro algo falso, por uma montagem. Eu talvez, nunca tenha conhecido uma verdade, nunca tenha entendido fora de uma bolha; e isso hoje me acaba e não me permite. eu quero um minuto de verdades, um minuto sem você, sem sua fraqueza, sem sua incapacidade de ser alguém de verdade, alguém que não precise se mascarar pra mim, que não precise de algo pra gostar de estar comigo… Talvez eu não mereça, nem tenha direito de ter pureza, de ter alguém com dedos limpos, alma nua, boca fresca e alegria sincera só em estar comigo. Eu peço a Deus que me dê essa chance, de ver alguém assim, de ver quem me queira, mesmo que em sonho, mesmo que por um segundo ou dois… me tire da mentira por um pequeno momento, e me deixe sentir o que é ser a preocupação, o que é ser por mim e por mais ninguém. Eu vejo minhas mãos amarradas e meus olhos já não estão mais vendados, quem sabe eu um dia tome a vergonha que me falta e me permita soltar minha mãos que se amarram só, que se permitem não ter ação. Eu imploro, que um dia eu pare; pare de me importar, pare de me permitir ser atingida, pare de me esforçar e ser rebatida. Talvez, isso seja só um grande espelho, talvez, a grande estupidez e fraqueza aqui seja só minha, talvez por isso Deus não me dê um retorno interpretável por minhas concepções.”     Maria Eduarda Siqueira.

” vou pendurar um aviso em minha porta, quem vinher que venha com os dedos limpos, a boca fresca e a alma nua. quem vinher que venha, e tranque a porta ao entrar, não dê mais cabimentos, e ocupe o espaço que encontrar, ocupe, mas ocupe pra ficar. se vinher, não venha pensando que contará por experiências e que tirará as chaves de minha posse. aqui em minha casa, eu aprendi a quebrar meus conceitos, fui burlada e autocorrompida; e por experiências agora eu tomo posse de minhas chaves, pois agora, eu corrompo e não me permito burlar. meu conceitos e valores eu tenho consciência de que não posso recuperar, mas eu juntei meus pedaços com fita e cola e construir conceitos…conceitos únicos, que só quem, talvez, consiga pegar minhas chaves vai conseguir saber. seria esse meus discurso de descompromisso mas, cá estou eu com o único que ainda me corrompe, ele arrancou meus principios e me vez fechar a porta de casa. aprendemos, os dois, a ficar na janela; e hoje eu sei, que se corromper de vez em quando, assim, por algo tão gostoso de se perder, vale mais que um além das possibilidades que eu achava que tinha.”    Maria Eduarda Siqueira.

” vou pendurar um aviso em minha porta, quem vinher que venha com os dedos limpos, a boca fresca e a alma nua. quem vinher que venha, e tranque a porta ao entrar, não dê mais cabimentos, e ocupe o espaço que encontrar, ocupe, mas ocupe pra ficar. se vinher, não venha pensando que contará por experiências e que tirará as chaves de minha posse. aqui em minha casa, eu aprendi a quebrar meus conceitos, fui burlada e autocorrompida; e por experiências agora eu tomo posse de minhas chaves, pois agora, eu corrompo e não me permito burlar. meu conceitos e valores eu tenho consciência de que não posso recuperar, mas eu juntei meus pedaços com fita e cola e construir conceitos…conceitos únicos, que só quem, talvez, consiga pegar minhas chaves vai conseguir saber. seria esse meus discurso de descompromisso mas, cá estou eu com o único que ainda me corrompe, ele arrancou meus principios e me vez fechar a porta de casa. aprendemos, os dois, a ficar na janela; e hoje eu sei, que se corromper de vez em quando, assim, por algo tão gostoso de se perder, vale mais que um além das possibilidades que eu achava que tinha.”    Maria Eduarda Siqueira.

“Todo mundo desejando um feliz 2012 pra todo mundo, rezando para que esse ano seja melhor do que 2011, para que tudo dê certo, enfim… Mas na verdade, o que difere o dia 31 de dezembro do dia 1º de janeiro? O que difere o ano de 2011 para o de 2012? Por que ninguém comemora mês novo? O ano novo não vem diferente do ano que se passou, ele tem a mesma quantidade de meses,de dias, o sol nasce, a noite chega, e por aí vai. A grande hipocrisia do mundo é crer que o novo ano, vai mudar tudo que já aconteceu, tudo que está errado, vai fazer tudo ser melhor; ninguém compreende que é só mais um ano, um marcador que o mundo criou por tempo, ele não vai mudar sua vida, ele não vem programado para colocar dinheiro no seu bolso, reconciliar as pessoas ou colocar comida na boca de necessitados; o ridiculo da humanidade é esperar que essa esperança do ano novo resolva e camufle toda a incompetencia do próprio de ser de depender de uma nova data para ser melhor, para ser mais digno, para criar suas oportunidades, para correr atrás de seu dinheiro, para cuidar de sua saúde, para se reconciliar; é só um adiamento do que se deveria ser comemorado e realizado todos os dias. Deveria haver um feliz dia novo, um feliz mês novo, um feliz minuto novo. Na verdade, o ano novo é só uma desculpa do mundo para adiar tudo o que já podia está fazendo agora, hoje; para se apoiar em uma esperança fajuta de faces em mentiras. Não entendam, que eu digo que não comemoro o ano novo; eu comemoro, mas não me apego à sua mágica de repetição; acredito mais na verdade de uma segunda-feira de um mês de março ou julho, do que na hipocrisia da espera de uma nova data para continuar a não fazer nada. Então, eu desejo que nesse ano de 2012 vocês tenham mais vontade de se apegarem a si próprios para que 2013 não tenha tantos pedidos em espera, para que cada um não espere um novo mês ou um novo ano para camuflar a esperança fajuta que qualquer ser humano esconde no peito, por medo ou comodismo. Sejam mais reais e oportunistas, e façam do empenho do dia 31 algo duradouro para cada dia comum e diferente. Um Feliz novo segundo para vocês, caros amigos.”    Maria Eduarda Siqueira.

“Todo mundo desejando um feliz 2012 pra todo mundo, rezando para que esse ano seja melhor do que 2011, para que tudo dê certo, enfim… Mas na verdade, o que difere o dia 31 de dezembro do dia 1º de janeiro? O que difere o ano de 2011 para o de 2012? Por que ninguém comemora mês novo? O ano novo não vem diferente do ano que se passou, ele tem a mesma quantidade de meses,de dias, o sol nasce, a noite chega, e por aí vai. A grande hipocrisia do mundo é crer que o novo ano, vai mudar tudo que já aconteceu, tudo que está errado, vai fazer tudo ser melhor; ninguém compreende que é só mais um ano, um marcador que o mundo criou por tempo, ele não vai mudar sua vida, ele não vem programado para colocar dinheiro no seu bolso, reconciliar as pessoas ou colocar comida na boca de necessitados; o ridiculo da humanidade é esperar que essa esperança do ano novo resolva e camufle toda a incompetencia do próprio de ser de depender de uma nova data para ser melhor, para ser mais digno, para criar suas oportunidades, para correr atrás de seu dinheiro, para cuidar de sua saúde, para se reconciliar; é só um adiamento do que se deveria ser comemorado e realizado todos os dias. Deveria haver um feliz dia novo, um feliz mês novo, um feliz minuto novo. Na verdade, o ano novo é só uma desculpa do mundo para adiar tudo o que já podia está fazendo agora, hoje; para se apoiar em uma esperança fajuta de faces em mentiras. Não entendam, que eu digo que não comemoro o ano novo; eu comemoro, mas não me apego à sua mágica de repetição; acredito mais na verdade de uma segunda-feira de um mês de março ou julho, do que na hipocrisia da espera de uma nova data para continuar a não fazer nada. Então, eu desejo que nesse ano de 2012 vocês tenham mais vontade de se apegarem a si próprios para que 2013 não tenha tantos pedidos em espera, para que cada um não espere um novo mês ou um novo ano para camuflar a esperança fajuta que qualquer ser humano esconde no peito, por medo ou comodismo. Sejam mais reais e oportunistas, e façam do empenho do dia 31 algo duradouro para cada dia comum e diferente. Um Feliz novo segundo para vocês, caros amigos.”    Maria Eduarda Siqueira.

” grandes sejam os ilustres e ousados críticos da mais intocável humanidade. atuam de observar e conter os suspiros a cada movimento inédito que passa aos arredores. raciocine o que seria de ser, se não houvesse de peregrinar escritores críticos observadores. é quando dão de se prender aos detalhes que passam a atar o nó da percepção do ser humano, comprometem cada indivíduo à análise de si próprio e proporcionam o bem maior. grandes sejam os fotográfos, que congelam e eternizam as pesonalidades inacabadas e falhas de homens de cada época. grandes sejam os cantores, que dão voz e liberdade aos mudos de alma e expressão. pois bem, grandes sejam os tais que passam a ser os grandes alicerces da humanidade, que guiam e libertam a alma, expressão e desenvoltura do ser humano.”  Maria Eduarda Siqueira.

” grandes sejam os ilustres e ousados críticos da mais intocável humanidade. atuam de observar e conter os suspiros a cada movimento inédito que passa aos arredores. raciocine o que seria de ser, se não houvesse de peregrinar escritores críticos observadores. é quando dão de se prender aos detalhes que passam a atar o nó da percepção do ser humano, comprometem cada indivíduo à análise de si próprio e proporcionam o bem maior. grandes sejam os fotográfos, que congelam e eternizam as pesonalidades inacabadas e falhas de homens de cada época. grandes sejam os cantores, que dão voz e liberdade aos mudos de alma e expressão. pois bem, grandes sejam os tais que passam a ser os grandes alicerces da humanidade, que guiam e libertam a alma, expressão e desenvoltura do ser humano.”  Maria Eduarda Siqueira.

“às vezes, aprende-se a crer. até a mais encredula da mulheres, no ato do desespero, aprende a ter crença por lágrimas em descontrole. aprende-se que há algo a se apegar, que há onde se apoiar, seja um amuleto, sejam dedos cruzados, seja pedido de reza por demais. minha crença é forte, vivo da minha; agradeço por ela, que por tantas vezes me conforta e me habilita de atitude e força. minha crença se encaixa na categoria de unicamente me assegurar contra meus medos, é na qual me apego por tudo, onde por tantas, só me resta… crer. penso, de que e como vive o homem sem crença? seja a crença na sua sorte, nos seus dados; mas sem crença quem há de ser em si? pois bem, creio eu, que onde deposito minha crença exista alguma fonte onde nadem peixes com nomes esperança, esses pulam e caem em minhas mãos sem morrer e sem cessar à falta d’água; faço deles um bom lar e cultivo suas forças. mesmo ainda me habilitando de minha insegurança, meus peixes não me deixam cessar e me lembram da crença que eu dei de herdar.”   Maria Eduarda Siqueira.

“às vezes, aprende-se a crer. até a mais encredula da mulheres, no ato do desespero, aprende a ter crença por lágrimas em descontrole. aprende-se que há algo a se apegar, que há onde se apoiar, seja um amuleto, sejam dedos cruzados, seja pedido de reza por demais. minha crença é forte, vivo da minha; agradeço por ela, que por tantas vezes me conforta e me habilita de atitude e força. minha crença se encaixa na categoria de unicamente me assegurar contra meus medos, é na qual me apego por tudo, onde por tantas, só me resta… crer. penso, de que e como vive o homem sem crença? seja a crença na sua sorte, nos seus dados; mas sem crença quem há de ser em si? pois bem, creio eu, que onde deposito minha crença exista alguma fonte onde nadem peixes com nomes esperança, esses pulam e caem em minhas mãos sem morrer e sem cessar à falta d’água; faço deles um bom lar e cultivo suas forças. mesmo ainda me habilitando de minha insegurança, meus peixes não me deixam cessar e me lembram da crença que eu dei de herdar.”   Maria Eduarda Siqueira.

“o melhor teste do ser humano, é bater de frente com a hipocrisia do mundo.o povo aprende a ser gente de verdade e meter a cara, quando conhece cada problema de cada fdp desse país. tem gente que morre a cada pedra que um playboy viciado compra, e tem  gente que mata por cada uma também; tem gente que vive com 300 reais por  mês sustentando uma família de 7; tem gente que não merece ser gente  por achar que ganhar muito ainda é pouco  pra sustentar a porcaria que quer da vida; tem gente que merece levar  um murro por achar que a grande raça de alguém é andar de transporte  público; tem gente que merece se sentir afetado pra perceber a  importância de esquecer a futilidade de se intrometer na vida do  outro… quando o resto da cocotagem parar pra perceber que o  grande problema do dia não é a roupa a ser usada por tal indivíduo… eu  paro de ser sarcastica, direta, curta e grossa com o povo hipócrita que  bate de frente comigo!”       Maria Eduarda Siqueira.

“o melhor teste do ser humano, é bater de frente com a hipocrisia do mundo.o povo aprende a ser gente de verdade e meter a cara, quando conhece cada problema de cada fdp desse país. tem gente que morre a cada pedra que um playboy viciado compra, e tem gente que mata por cada uma também; tem gente que vive com 300 reais por mês sustentando uma família de 7; tem gente que não merece ser gente por achar que ganhar muito ainda é pouco pra sustentar a porcaria que quer da vida; tem gente que merece levar um murro por achar que a grande raça de alguém é andar de transporte público; tem gente que merece se sentir afetado pra perceber a importância de esquecer a futilidade de se intrometer na vida do outro… quando o resto da cocotagem parar pra perceber que o grande problema do dia não é a roupa a ser usada por tal indivíduo… eu paro de ser sarcastica, direta, curta e grossa com o povo hipócrita que bate de frente comigo!”       Maria Eduarda Siqueira.

“o quão dificil é que alguém deixe outro entrar em sua vida, entrar digo, realmente fazer parte dela; conhecer suas histórias, suas pessoas, seus tópicos…então deixe-me falar, que para mim é mais do que fácil…sabe, eu permito que meu bem entre e habite minha vida, conviva com minhas histórias, com minhas pessoas, com minhas etapas. ah, desculpe-me! meu antigo bem, que já, a minha vida, não habita mais. é incrivel quando se passa a entender que tudo depende da interação, do comprometimento; quando não há isso, simplismente…não há. meu bem se foi, ou talvez eu que tenha ido; mas o que me faz falta é não ter habitado sua vida, é não ter passado por ela. talvez, eu o tenha dado muito espaço, permiti que ele habitasse a minha, me apeguei e assim eu sofro mais. ele, deve ter sido esperto em não me permitir…talvez, agora ele não sofra tanto, ou não sofra de vez. então, tudo é uma questão de defesa, prevenção ao sofrimento. mas, eu não consigo não ter afeto; por meu bem eu fui aos limites da compaixão, ao limites da dedicação, ao limites que meu corpo habilitou; em troca eu recebi negação, mentiras e desencantamento. você pode até avaliar como puro drama de minha parte, mas acredite: é assim, ao pé da letra. hoje em dia, eu o parabenizo; sua astúcia foi de grande utilidade para ele mesmo. agora eu me prendo em meu interior, ignoro sensações afins e vivo de passar pela vida de ninguém. ao mais esperto, a recompensa!”      Maria Eduarda Siqueira.

“o quão dificil é que alguém deixe outro entrar em sua vida, entrar digo, realmente fazer parte dela; conhecer suas histórias, suas pessoas, seus tópicos…então deixe-me falar, que para mim é mais do que fácil…sabe, eu permito que meu bem entre e habite minha vida, conviva com minhas histórias, com minhas pessoas, com minhas etapas. ah, desculpe-me! meu antigo bem, que já, a minha vida, não habita mais. é incrivel quando se passa a entender que tudo depende da interação, do comprometimento; quando não há isso, simplismente…não há. meu bem se foi, ou talvez eu que tenha ido; mas o que me faz falta é não ter habitado sua vida, é não ter passado por ela. talvez, eu o tenha dado muito espaço, permiti que ele habitasse a minha, me apeguei e assim eu sofro mais. ele, deve ter sido esperto em não me permitir…talvez, agora ele não sofra tanto, ou não sofra de vez. então, tudo é uma questão de defesa, prevenção ao sofrimento. mas, eu não consigo não ter afeto; por meu bem eu fui aos limites da compaixão, ao limites da dedicação, ao limites que meu corpo habilitou; em troca eu recebi negação, mentiras e desencantamento. você pode até avaliar como puro drama de minha parte, mas acredite: é assim, ao pé da letra. hoje em dia, eu o parabenizo; sua astúcia foi de grande utilidade para ele mesmo. agora eu me prendo em meu interior, ignoro sensações afins e vivo de passar pela vida de ninguém. ao mais esperto, a recompensa!”      Maria Eduarda Siqueira.

” alguém sempre vai se dedicar mais, vai fazer mais questão, vai se entregar mais até chegar a um ponto que o esforço já não seja esforço. enquanto tudo isso acontece de um lado, o outro peca por não ter interesse nem em escutar; tudo é feito com má vontade e péssima fé; cada mínima coisa é um grande favor recheado de um imenso brio. a dedicação de um, passa a bater de frente com o desleixo do outro, e é aí…é exatamente aí, quando os questionamentos aparecem, que as coisas se complicam. a dependência é algo lamentável, mas inteiramente compreensível para quem é vítima; passa com aparência de não tão perigosa, com o tempo intimida, e logo depois acaba completamente com a individualidade de opinião e defesa. onde cabe um ser humano em tal situação? me diga então, onde cabem dois? é inacreditável, a forma que as coisas acontecem impercebíveis, e só quem pode mudar tudo é quem mais é afetado. trouxas, os que acham que conseguem! é como uma sequência de lei natural; começa bem, aparecem alguns defeitos consertáveis e passa tudo a deringolar. inevitavelmente, só um se afeta; até porque Deus, como bom criador, não pode deixar de ter um pouco de ironia. pois bem, cá estou a resenhar a mais conhecida forma de se viver. submissão, é uma das caracteristicas mais adaptáveis e a menos admitida. e não estou a falar de hierarquia, pois, se entenda como pura tolice das acomodações humanas.”     Maria Eduarda Siqueira.

” alguém sempre vai se dedicar mais, vai fazer mais questão, vai se entregar mais até chegar a um ponto que o esforço já não seja esforço. enquanto tudo isso acontece de um lado, o outro peca por não ter interesse nem em escutar; tudo é feito com má vontade e péssima fé; cada mínima coisa é um grande favor recheado de um imenso brio. a dedicação de um, passa a bater de frente com o desleixo do outro, e é aí…é exatamente aí, quando os questionamentos aparecem, que as coisas se complicam. a dependência é algo lamentável, mas inteiramente compreensível para quem é vítima; passa com aparência de não tão perigosa, com o tempo intimida, e logo depois acaba completamente com a individualidade de opinião e defesa. onde cabe um ser humano em tal situação? me diga então, onde cabem dois? é inacreditável, a forma que as coisas acontecem impercebíveis, e só quem pode mudar tudo é quem mais é afetado. trouxas, os que acham que conseguem! é como uma sequência de lei natural; começa bem, aparecem alguns defeitos consertáveis e passa tudo a deringolar. inevitavelmente, só um se afeta; até porque Deus, como bom criador, não pode deixar de ter um pouco de ironia. pois bem, cá estou a resenhar a mais conhecida forma de se viver. submissão, é uma das caracteristicas mais adaptáveis e a menos admitida. e não estou a falar de hierarquia, pois, se entenda como pura tolice das acomodações humanas.”     Maria Eduarda Siqueira.